Exemplo de CV
Exemplo de currículo de UI Designer (Portugal)
Este exemplo mostra como um UI Designer com experiência intermédia pode estruturar o currículo para o mercado português. Os dados são fictícios, mas o formato — resumo, experiência com números, competências separadas e formação — reflete o que as equipas de produto em Lisboa e no Porto procuram.
Written & reviewed by the CVWon Editorial Team · Updated julho 2026
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Designer UI
Perfil profissional
UI Designer com 5 anos de experiência em produtos digitais, do SaaS B2B à banca móvel. Especializado na criação e manutenção de design systems em Figma, em interfaces responsivas e em acessibilidade ao nível AA das WCAG 2.2. Trabalho próximo das equipas de engenharia, com handoff documentado e bibliotecas de componentes que reduzem retrabalho. Procuro uma função de produto onde a coerência visual e a qualidade da interface sejam prioridade.
Principais conquistas
Formação académica
Licenciatura em Design de Comunicação pelo IADE (Lisboa) e formação complementar em design de interface. Em Portugal, são vias frequentes as licenciaturas em Design do IADE, da ESAD (Matosinhos e Caldas da Rainha) e de institutos politécnicos, muitas vezes acompanhadas de estágio profissional ao abrigo do IEFP.
Certificações
Competências
Que competências deve destacar um CV de Designer UI?
Técnica
Competências comportamentais
Ferramentas
| Categoria | Competências |
|---|---|
| Técnica | Design systems e design tokens, Tipografia e hierarquia visual, Teoria da cor e contraste (WCAG AA), Grelhas e layout responsivo, Prototipagem de alta fidelidade, Iconografia e desenho de componentes |
| Ferramentas | Figma, Sketch, Adobe XD, Illustrator, Photoshop, Zeplin, Storybook, HTML/CSS (noções) |
| Competências comportamentais | Comunicação com equipas de engenharia, Atenção ao detalhe visual, Gestão de feedback e iterações, Trabalho em equipa multidisciplinar, Organização e documentação |
Nota setorial
No tecido tecnológico português, a maioria das vagas de UI Designer concentra-se em empresas de produto, scale-ups e software houses de Lisboa, do Porto e, cada vez mais, de Braga. O Figma é o padrão de mercado e é frequente pedir-se um perfil híbrido com sensibilidade de UX. Como muitas equipas servem clientes internacionais, valoriza-se o inglês fluente e o conhecimento do Ato Europeu da Acessibilidade, do Decreto-Lei 83/2018 (acessibilidade no setor público) e das exigências do RGPD — ecrãs de consentimento, formulários e gestão de privacidade sob supervisão da CNPD.
FAQ
Perguntas frequentes
Depende da experiência e da empresa. Um perfil intermédio ronda os 1.800 € a 2.800 € brutos mensais, pagos em 14 meses; perfis seniores em empresas de produto ou em regime remoto para o estrangeiro ultrapassam facilmente esses valores. Os salários em Lisboa e no Porto tendem a ser mais altos.
Sim, sobretudo para quem tem pouca experiência profissional. Projetos pessoais, redesenhos de aplicações conhecidas e contributos para design systems abertos demonstram competência de interface. Devem constar do portefólio e ser resumidos no currículo.
Pode descrever-se o problema, o papel desempenhado e o resultado em termos genéricos, sem revelar ecrãs confidenciais nem dados do cliente. O importante é evidenciar as decisões de desenho e o impacto, e não expor material protegido.
Não é essencial, mas noções de HTML e CSS facilitam o handoff e a comunicação com a engenharia. Compreender limites técnicos e o comportamento dos componentes em diferentes ecrãs valoriza o perfil de UI Designer.
Uma base de UX é bem-vinda, mas o foco deve manter-se na interface visual. Convém mencionar a colaboração com investigação e testes sem transformar o documento num currículo de UX Designer.
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